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Igor FerreiraVoltar ao laboratório

Descritivo do Projeto

Processo de Pelotização em VR

Entre numa usina de pelotização só com as mãos. O pátio de finos está pronto, com a recuperadora colhendo a pilha; a usina vem estação por estação, na ordem do processo, rumo a um treinamento guiado por voz.

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Papel
Condutor do projeto, com engenheiros mais experientes no roteiro
Período
ago/2026 – atual
Situação
em andamento
  • 3D e realidade virtual
  • Unity 6
  • URP
  • OpenXR
  • Meta Quest 3
  • rastreamento de mãos
  • C#
  • Claude Code
  • Codex
Trecho do vídeo, sem som

Evidências

  • 17 estações em 6 zonas, na ordem do processo

    Contagem do desenho do percurso e dos pontos de visita construídos no app: 3 estações no pátio de finos, com 7 pontos de visita, e 14 na usina, com um ponto de visita em cada uma.

    Medido.

  • Tempo de quadro no Quest 3 ainda em ajuste, com 5 de 21 paradas reprovadas

    Medição de 23/09/2026, numa versão anterior, por telemetria do aparelho: a temperatura passou; os picos ficaram na primeira visita e em duas estações da usina com chamadas de desenho demais. A versão atual ainda não foi medida.

    Medido.

  • Teste com público

    Ainda não feito, e o público do primeiro piloto não foi escolhido. O piloto vem depois das zonas e da narração.

    A medir.

A meta

Ser um treinamento em realidade virtual guiado por voz, que ensine e deixe espaço para tirar dúvidas enquanto se estuda. Isso ainda não existe no app: hoje o passeio mostra as estações na ordem do processo, com poucas placas, e a narração e a condução didática entram depois que as zonas estiverem prontas.

O passeio foi pensado para treinamento, integração de novos funcionários e visitas institucionais, no lugar de uma visita presencial, que é cara, restrita e tem risco. Ainda não foi testado com público.

O que está pronto e o que não está

  • Pronto: o pátio de finos, com a pilha, a recuperadora de roda de caçambas, a correia com retorno por baixo, a casa de transferência com torre e galeria, o pó e o painel de campo que liga a máquina.
  • Em construção: as 14 estações da usina, da moagem ao pátio de pelotas, em volumes medidos e sem acabamento. O moinho, a ponte do espessador, os filtros e o disco de pelotamento já se mexem.
  • Só no papel: o acabamento da usina, a narração e as placas, o piloto com público e a ligação física da galeria do pátio até a moagem.
  • No mesmo app: o módulo da sala elétrica, atrás de uma porta própria, apresentado em outro projeto deste portfólio.

Na tela

1. Mãos. Sem controles; o avatar em primeira pessoa usa uniforme e luvas de proteção.
2. Mirante. Pinçar e arrastar anda, girar vira, apontar teleporta; o andar por pinça ainda está em ajuste.
3. Recuperadora. Um painel de campo liga a máquina; ela colhe, volta vazia, e a pilha é reposta.
4. Pátio. Do mirante, a linha se lê inteira, da pilha à galeria; o pátio é a parte pronta.
5. Moagem. A usina ainda está em volumes medidos, sem acabamento, e por isso aparece só de cima.
6. Espessador. No espessador, a ponte de raspagem já gira; é aqui que a água volta para a moagem.
Visão de quem está no headset: as duas mãos com luvas cinza e mangas amarelas sobre o piso do mirante, com a recuperadora ao fundo, sob o texto "No Meta Quest, só as mãos".

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Do mirante, a recuperadora de roda de caçambas amarela sobre a pilha do pátio de finos, atrás do guarda-corpo.

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A recuperadora de roda de caçambas colhendo a pilha, com o pó subindo, sob o texto "A roda colhe, o pó sobe".

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A linha do pátio de finos vista do mirante: a pilha, a recuperadora, a correia e a casa de transferência ao fundo.

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O começo da moagem visto do alto, em volumes de referência sem acabamento, com a correia azul em primeiro plano.

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O espessador visto de cima, com a ponte de raspagem sobre o tanque, sob o texto "em desenvolvimento, fase inicial".

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Como funciona

O mapa segue o processo na ordem, e as zonas se separam pelo estado do material: do sólido seco no pátio ao produto no pátio de pelotas.

  1. Pátio

    A pilha de finos, a recuperadora de roda de caçambas, a correia e a casa de transferência.

    pronto
  2. Moagem

    Moinho, hidrociclones, espessador e filtragem; o grosso volta ao moinho, e a água volta à moagem.

    em construção
  3. Mistura

    Prensa de rolos, silos e misturador; o aglomerante cai sobre a correia em movimento.

    em construção
  4. Pelotamento

    No disco, a pelota nasce; a que sai fora de faixa volta ao disco.

    em construção
  5. Forno

    O leito, as etapas térmicas e os gases; o calor volta ao forno.

    em construção
  6. Produto

    Descarga, peneiramento e o pátio de pelotas.

    em construção

Cada zona só enxerga as vizinhas, e a pessoa atravessa de uma para outra por uma passagem curta: o material faz o percurso longo; a pessoa, não. Hoje, entre o pátio e a usina, a travessia é fechada, por uma porta.

O projeto pensa em estações, e não em máquinas. Onde a pessoa fica, o que olha e a que distância.

Decisões

A escolhaEm vez deCusto aceito
A estação como unidade

Em vez de: Modelar máquina por máquina.

Custo aceito: Cada estação pede antes o ponto de vista, a distância e o que se vê, e só depois a máquina.

O processo com as quatro voltas

Em vez de: Uma linha reta do pátio à pelota.

Custo aceito: O mapa vira uma linha dobrada, e cada volta precisa ser lida no lugar certo.

Só as mãos, sem controles

Em vez de: Os controles do headset.

Custo aceito: O andar por pinça ainda não está fluido; o teleporte apontando funciona melhor.

Cenas geradas por dados, a partir de uma planta única

Em vez de: Posicionar e medir tudo à mão na cena.

Custo aceito: Todo metro é gerado, nunca digitado, e o domínio da planta precisa de testes próprios, fora da Unity.

As zonas antes da didática

Em vez de: Narrar antes de construir.

Custo aceito: Hoje o passeio tem poucas placas, e a voz guiada fica para depois.

Como foi construído

  1. 21/08
    O recomeço

    A ideia recomeça do zero, em Unity 6 para o Quest 3; o primeiro fluxo é o pátio com a recuperadora.

  2. 30/08
    O mapa

    O mapa de 6 zonas e 17 estações, na ordem do processo, com as quatro voltas.

  3. 01/09
    A usina em volumes

    A usina inteira em volumes de referência, e o conforto do pátio aprovado no headset.

  4. 13/09
    As mãos

    A locomoção só com as mãos, por pinça e por teleporte apontando.

  5. 23/09
    As zonas antes da didática

    O plano geral põe as zonas antes da narração, e a medição no Quest aponta onde o tempo de quadro falha.

  6. 25/09
    A correia

    A fita da correia do pátio dá a volta nos tambores e retorna por baixo.

Conduzo o projeto, com engenheiros mais experientes que auxiliam no roteiro. Escolho o que construir e julgo no headset; o desenvolvimento é feito com agentes de IA (Claude Code e Codex), sob regras que eu defino.

Hoje e a seguir

Hoje

Um protótipo em fase inicial. O pátio de finos está pronto; as 14 estações da usina existem em volumes medidos, com um ponto de visita em cada uma, mas ainda sem acabamento. Desde outubro, o esforço no mesmo app foi para o módulo da sala elétrica.

A seguir

  1. Levar o acabamento do pátio às estações da usina, começando pelo disco de pelotamento.
  2. A narração e a condução didática, depois que as zonas estiverem prontas, rumo ao treinamento guiado por voz.
  3. Medir a versão atual no headset e baixar as chamadas de desenho das estações que passaram do teto.
  4. Um piloto com público, depois das zonas e da narração.

As imagens são quadros do comercial do projeto. As duas primeiras vêm de uma gravação de teste no headset, numa versão anterior do app; as outras foram renderizadas no computador a partir da própria cena do app, na Unity, com câmera programada, e não são a locomoção do app. Os textos e marcadores sobre elas são do vídeo, não telas do app.

Próximo projeto da visitaSala Elétrica Imersiva